Vigilantes terceirizados que prestam serviços no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, zona Oeste de Manaus, ‘cruzaram os braços’, nesta terça-feira (10). De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilante de Manaus, Valderli da Cunha Bernado, eles reivindicam o pagamento de salários atrasados há oito meses, depósitos de FGTS e INSS.
Pela manhã, cerca de 20 vigilantes, contratados por meio da Empresa Amazônia Segurança e Vigilância Limitada, se reuniram na sede da Superintendência Regional do Trabalho no Amazonas (SRTE-AM), na Avenida André Araújo, zona Centro-Sul da capital, com o superintendente do SRTE, Dermilson Chagas.
Entre as reclamações, os vigilantes destacam jornadas de trabalho de até 14 horas, acúmulo de funções e assédio moral, que afetam cerca de 500 vigilantes.
O presidente do Sindicato, Valderli Bernado, disse que o Eduardo Gomes está sem vigilância, desde às 18h de ontem (9), e que o problema também atinge outros trabalhadores que atuam em postos de combustível da cidade.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que possui contratoS com três empresas do setor, que a paralisação não compromete os serviços no aeroporto e que empregados orgânicos podem assumir os postos de trabalho em casos de necessidade. O resultado das negociações deve ser divulgado ainda nesta terça.
