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Vigilantes de empresas de segurança privada de Manaus fazem protestos para cobrar salários atrasados

Os vigilantes da empresa da Vigilância e Segurança da Amazônia (VISAM) afirmam que, por conta do atraso salarial, que já chega há seis meses, estão passando por sérias dificuldades. Uma “guardete”, que pediu para não ter o nome divulgado, contou que as famílias desses profissionais estão enfrentando uma série de problemas financeiros.

Dezenas de vigilantes estão na mesma situação. Por meio dos seus funcionários, a Visam presta serviço de segurança patrimonial para unidades de saúde do Estado, como a Maternidade Balbina Mestrinho, no bairro Cachoeirinha, e o Hospital e Pronto Socorro Adriano Jorge, ambos na zona Centro-Sul.

A reportagem da Rede Tiradentes foi ao endereço da Visam, na Rua Tito Bitencourt, São Francisco, também na zona centro-sul, mas ninguém foi encontrado no local e o telefone 3611 1811  não foi atendido.

À tarde, os vigilantes da empresa Amazon Security, que prestam serviço para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, também fizeram manifestação, em frende à sede do órgão federal, reivindicando salários atrasados.

A produção de jornalismo da Rede Tiradentes também tentou fazer contato com a empresa, mas fomos informados que os diretores da Amazon Security não estavam no local, e que retornariam o contato em seguida, o que não ocorreu até o fechamento da matéria

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