Cerca de 300 professores, a maioria vestidos de preto, se reuniram na Praça Heliodoro Balbi, conhecida como Praça da Polícia, no centro de Manaus.
De acordo com o professor Jevaldo da Silva, a manifestação foi em âmbito nacional, atendendo a solicitação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
“Tem uma pauta nacional, que é a questão dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, investimentos de uma porcentagem dos royalties do petróleo na valorização do professor e, também, a aprovação do nosso Plano Nacional de Educação; localmente, nós temos duas pautas; na da pauta de Secretaria Municipal da Educação (Semed), nós queremos principalmente a aprovação do nosso Plano de Cargos, Carreiras e Salários, cuja minuta já está pronta e nós queremos que seja enviada, o mais rápido possível para a Câmara Municipal de Manaus (CMM), para que possa ser votado e aprovado; na Secretaria de Estado da Educação (Seduc), queremos 20% de reajuste, auxílio transporte, auxílio alimentação, fim do assédio mortal e também defendemos eleição direta para diretor.”
Em relação à Semed, a Secretaria Municipal da Comunicação (Semcom) informou que apenas três escolas apresentaram baixa na frequência de professores. Já a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) disse só vai se pronunciar, após o fim das manifestações.
Os manifestantes percorreram as avenidas Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro. O ato terminou na Praça do Congresso, no centro da capital.
