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Após vazamento de imagens de operação desastrada, cúpula da SSP-AM proíbe participação de jornalistas em ações policiais

Com informações de Charles Fernandes –

O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado do Amazonas, Josué Rocha, determinou, nesta quarta-feira (23), a proibição da da participação de membros da imprensa, em ações policiais realizadas na capital.

A portaria assinada pelo delegado geral foi divulgada depois que uma equipe de uma emissora de televisão local, que participava junto com os investigadores da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) de uma operação policial para investigar uma quadrilha especializada em “saidinhas de banco”, registrou a abordagem dos policiais aos criminosos que fugiam em dois veículos, dentre os quais uma moto.

Durante a abordagem, um dos investigadores acabou sendo atingido com um tiro fatal no peito. Toda ação foi gravada em vídeo, e agora, está sendo analisada como peça fundamental para definir se o policial civil Édson Cota foi morto com um tiro disparado por um bandido ou por um policial.

Segundo o Delegado Geral, Josué Rocha, o laudo residográfico que deverá confirmar a quem pertencia a arma que matou Cota, sai em 10 dias.

Quanto ao fato dos policiais não estarem usando coletes balísticos o delegado geral disse que utilizar o equipamento é uma questão de opção do policial.

De acordo com Josué Rocha, o Delegado Orlando Amaral, que comandou a operação policial, por enquanto será mantido no cargo, até que as tudo seja esclarecido.

Durante a coletiva, a Polícia Civil voltou a sustentar a informação de que um dos quatro suspeitos envolvidos no crime do policial, confessou o homicídio.

A Polícia Civil anunciou que uma comissão foi criada para acompanhar o inquérito. A comissão será coordenada pelo diretor de Polícia Metropolitana, Emerson Negreiros.

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