Com informações de Samara Souza
O trabalho vai ser realizado em parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-Am). A cerimônia de abertura, na manhã desta terça-feira (17), no auditório do Tribunal, contou com a participação das equipes e representantes dos órgãos envolvidos.
De acordo com o presidente do TJAM, desembargador Ari Jorge Moutinho, o objetivo é analisar, durante um mês, a situação de cerca de 8 mil presos condenados e provisórios do Estado.
O secretário da Justiça do Amazonas, delegado federal Wesley Aguiar, confirmou a construção de dois novos presídios no Estado, para o ano que vem. Segundo ele, a proposta é evitar a superlotação das cadeias, tanto feminina quanto masculina, que já passaram dos cinco mil excedentes.
Durante o Mutirão, serão feitas inspeções em todas as unidades prisionais situadas em Manaus e em algumas cidades do Interior.
De acordo com o conselheiro CNJ, Guilherme Clamon Nogueira da Gama, o Conselho espera contribuir com boas práticas, para que o mutirão carcerário no Amazonas tenha êxito, como o que aconteceu em Fortaleza, no Ceará.
