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TRF indefere pedido da PF de prisão preventiva e mantém indígenas em prisão temporária

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região indeferiu pedido da Polícia Federal (PF-RO), de conversão da prisão temporária dos cinco índios suspeitos de matar três homens na reserva Tenharim Marmelo, em Humaitá, em prisão preventiva.O judiciário acompanha parecer do Ministério Público Federal (MPF).

A prisão do indígenas permance temporária, por mais por mais 30 dias. Já concluído pela PF, o inquérito sobre o desaparecimento dos homens foi entregue à 2ª Vara Criminal do TRF da 1ª Região, em Manaus dia 25 de fevereiro.

A Justiça Federal também determinou novas diligências sobre o caso e determinou segredo de justiça do inquérito. MPF-AM só deve decidir se oferece denúncia contra os índios após as novas investigações.

Entre Os cinco índios das aldeias Marmelo, Taboca e Campinho presos, está um cacique da aldeia Taboca e dois filhos do cacique Ivan Tenharim, encontrado morto no dia 2 de dezembro de 2013. Eles aguardamo decisão da Justiça no Centro de Ressocialização Vale do Guaporé, em Porto Velho (RO).

Os homens mortos são o vendedor Luciano Freire, o professor Stef Pinheiro de Souza e o funcionário da Eletrobras Amazonas Energia Aldeney Salvador. Eles desapareceram no dia 16 de dezembro de 2013, na rodovia BR-230 – a Transamazônica.

Os corpos foram encontrados após quase dois meses de buscas, amontoados em uma cova, nas terras indígenas Tenharim Marmelo, a 100 quilômetros de Humaitá.

O desaparecimento dos homens revoltou a população de Humaitá e Apuí. Após vários protestos em que cobravam providências das autoridades policiais sem nenhum posicionamento,  eles resolveram incendiar três prédios pertecendentes à Fundaçao Nacional do Índio (Funai), 16 carros e um barcos.

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