
Com os pagamentos atrasados, o canteiro de obras ficou vazio e a obra do Shopping paralisada. De acordo com o presidente do Sindicato da Construção Civil do Amazonas, Cícero Custódio, cerca de 200 trabalhadores da construção civil participaram do protesto.
Segundo o vice presidente do sindicato dos trabalhadores, José Lima, até água falta para o operário beber, no serviço. Por conta disso, segundo ele, muitos são obrigados a trazer de casa para evitar a desidratação.
Apesar da manifestação, o protesto foi pacífica, sem bloqueio de rua. No final da manhã, os trabalhadores foram chamados para uma reunião, na qual ficou acordado o pagamento dos salários atrasados e melhores condições de trabalho para a execução da obra.
A reportagem completa de Charles Fernandes você acompanha no telejornal Notícias da Hora, que começa pontualmente às 18 horas.
