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Trabalhadores de água e esgoto ameaçam paralisar e deixar Manaus sem água, durante o Natal

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Manauara pode ficar sem água para nada, no Natal. Trabalhadores das empresas Manaus Ambiental e Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama) cruzam os braços em advertência pela não assinatura do acordo coletivo da categoria. E, caso o impasse continue, eles prometem parar por tempo indeterminado, a partir do dia 18 de dezembro.

O acordo coletivo de trabalho dos empregados das empresas de Água e Esgoto do Amazonas está em negociação desde julho, quando o sindicato da categoria entregou a pauta de reivindicações para 2016.  

A presidente Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado do Amazonas – entidade que abriga a categoria – Shirlene Martins, acusa os dirigentes, tanto da Manaus Ambiental quanto da Cosama de estarem dificultando um acordo. Segundo a dirigente sindical, as empresas levarem mais de três meses só para apresentar uma contraproposta e, pior, retirando direitos já adquiridos pelos trabalhadores.

Shirlene Martins conta que, sem acordo, a categoria optou pela paralisação de advertência, na próxima segunda-feira (7), e, caso o impasse continue, greve geral a partir do dia 18 de dezembro.

A assembleia de segunda-feira reuniu os trabalhadores da concessionária Manaus Ambiental, na quinta-feira haverá uma nova assembleia geral com os trabalhadores da Cosama, que atuam no Programa Água para Manaus (Proama).

Se eles decidirem seguir a decisão dos trabalhadores da Manaus Ambiental, a greve atingirá todo o sistema de abastecimento de água da capital e de alguns municípios da região metropolitana (RMM).

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