Cerca de 30 funcionários da empresa terceirizada BRS, que presta serviços de limpeza à Secretaria Estadual da Educação (Seduc), realizaram um protesto, na manhã desta quarta-feira, em frente à sede do Governo, na zona Oeste da capital, para protestar contra a falta de pagamento.
De acordo com a auxiliar de serviços gerais Klíssia Barros, o atraso dos salários já dura quatro meses.
Ainda segundo a trabalhadora, além do atraso do pagamento, a empresa não pagou funcionários que tiraram férias e não deposita o Fundo de Garantia pelo Tempo de Serviço (FGTS).
Os trabalhadores prometem continuar de braços cruzados. Segundo a auxiliar de serviços gerais Rafaela Augusta da Silva, caso a situação não seja resolvida, o que pode prejudicar o reinício do ano letivo, no próximo dia cinco de fevereiro.
O secretário estadual da educação, Rossiele Soares da Silva, disse que, em breve, vai substituir a empresa BRS, pois não é a primeira vez que essa empresa apresenta falhas com os direitos trabalhistas dos funcionários. O secretário informou, ainda, que o Governo não vai liberar o pagamento à empresa enquanto ela não regularizar a situação dos trabalhadores.
