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Susam nega alteração no funcionamento de unidades de saúde, em Manaus

saude-publica

Não houve qualquer alteração no funcionamento das unidades de saúde sob a administração estadual. A garantia é da Secretaria Estadual da Saúde (Susam). Portanto, afirma  o órgão, não procede qualquer informação que venha sendo veiculada, falando em desativação de unidades ou redução de leitos.

A secretaria ressalta que estão funcionando, sem qualquer alteração, todos os 03 Centros de Atenção à Melhor Idade (CAIMIs), os 12 Centros de Atenção Integral à Criança (CAICs), as 06 Policlínicas e 06 fundações da rede estadual de saúde que atuam com consultas agendadas.

A rede de atendimento da Susam é também composta pelos serviços de urgência e emergência, que funcionam 24h, com 09 Serviços de Pronto Atendimento (SPAs) e 01 Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para onde devem ser encaminhados, prioritariamente, os casos de baixa e média complexidade, como crises de hipertensão, pequenos ferimentos e mal-estar súbito.

Também fazem parte da rede de urgência, 07 Prontos-Socorros, para os casos de maior gravidade. Para o atendimento às grávidas, a Susam disponibiliza 07 maternidades estaduais, que também funcionam em regime de 24 horas.

“Apesar da crise e das dificuldades orçamentárias e financeiras, nenhuma unidade de saúde do Estado fechou as portas. A rede continua funcionando exatamente como era, com os 12 CAICs, três CAIMs, todos os SPAs, hospitais, prontos socorros e fundações. Também não deixamos de prestar assistência no mesmo nível e na mesma qualidade de antes”, ressalta o secretário estadual de Saúde, Pedro Elias de Souza. Ainda segundo ele, em algumas situações específicas, o atendimento está sendo ampliado e melhorado. É o caso da atenção oncológica, que recebeu equipamentos para triplicar o atendimento em radioterapia. De acordo com Pedro Elias, as unidades vêm sendo mantidas devido aos esforços do Governo do Amazonas para não comprometer os serviços essenciais à população. “Temos exemplos de Estados que fecharam unidades, mas aqui, o Governo tem feito de tudo para que isto não seja necessário”, afirmou.

Desde 2015, foram feitas duas reformas administrativas para diminuir os gastos públicos e, no último dia 31 de agosto, foi decretado Estado de Emergência na Saúde a fim de impor medidas excepcionais no custeio, na gestão e nos procedimentos do setor, bem como a busca de novas formas de financiamento. Como consequência do Decreto, o Governo Federal liberou R$ 30 milhões para a área, recurso extra para ser aplicado na urgência e emergência, principalmente nas áreas de cirurgia cardíaca, atendimento aos renais crônicos e na atenção oncológica.

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