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Secretário da Segurança manifesta preocupação com volta de líderes da FDN aos presídios do Am

O titular da Secretaria da Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), coronel PM Paulo Roberto Vital, se manifestou preocupado, nesta sexta-feira (17), com a volta de lideranças da facção criminosa Família do Norte (FDN) aos presídios de Manaus.

Desde dezembro do ano passado em presídios federais, Gelson Lima Carnaúba, apontado com um dos líderes da FDN; Manoel Freitas Barros, o “Manoel Tatu”; e os irmãos Jane da Silva Santos, o “caneco”, e Jean da Silva Santos, o “canequinho”, estão retornando ao sistema prisional de Manaus. A informação é confirmada pelo secretário de stado Justiça e Direitos Humanos (Sejus), o também coronel PM Louismar Bonates.

De acordo com Bonates, grupo ficará no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na BR 174, a rodovia federal Manaus-Boa Vista. Lá, também já estão os presos Alan Souza Castimário, o “Nanico”; Gregório Graça Alves, o “Greg”, e Genildo Saraiva, o “Candiru”, trazidos recentemente de volta de presídios federais, que também lideram a FDN no Amazonas. O pedido de permanência deles no sistema penitenciário federal não não foi renovado durante a gestão do então secretário Wesley Aguiar.

Carnaúba foi condenado por vários homicídios e é responsável por várias rebeliões; “Manoel Tatu” responde por envolvimento em assaltos a Bancos, no Interior do Amazonas, roubos a residências e assaltos a supermercados, em Manaus. Eles foram colegas de cela, no presídio federal de Porto Velho-RO; “Caneco” foi condenado por participação no plano para matar o ex-procurador-geral de Justiça e chefe do Ministério Público Estadual (MPE-AM), Mauro Campbell Marques, hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Condenado por homicídio, “Canequinho” estava no presídio federal de Campo Grande-MS.

Segundo o secretário Louismar Bonates, por estar “calmo, o sistema prisional do Amazonas não vai pedir o reenvio dos criminosos aos presídios federais.”

Atento aos riscos, o secretário da segurança, Paulo Roberto Vital, avisa: “Se detectarmos focos de violência nas ruas, planejadas e ordenadas de dentro dos presídios, essas lideranças terão o tratamento que merecem!”

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