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Região Metropolitana de Manaus é 2ª pior do país em bem-estar, aponta pesquisa do “Obervatório das Metrópoles”

A Região Metropolitana de Manaus (RMM) é a segunda por do país, entre as 15 mapeadas no Brasil. É o que a ponta o Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu Global), divulgado nesta sexta-feira (10).

A RMM foi classificada como ‘muito ruim’ e ‘ruim’ em moradia, condições ambientais, mobilidade urbana, infraestrutura urbana  e serviços coletivos urbanos.

Nos indicadores que mediram, por exemplo, o atendimento de água (proporção de pessoas com fornecimento adequado de água em casa), tratamento de esgoto, coleta de lixo e fornecimento de energia elétrica, a RMM teve pontuação de 0,279, a segunda pior do país em Atendimento Domiciliar de Serviços Coletivos Urbanos.

A infraestrutura urbana colocou a RMM na 13ª posição do ranking nacional, quanto à iluminação pública, pavimentação, calçadas e meios-fios bueiros, rampas para cadeirantes e identificação no entorno das casas. O bairro Adrianópolis, na zona Centro-Sul, foi o único de Manaus com pontuação suficiente para ser considerado em nível bom. O município de Itacoatiara teve avaliação ‘muito rum’.

Em relação às condições de moradia, a RMM ficou novamente em 14º lugar, sendo mais uma vez, a segunda pior do país.

De acordo com o índice, a melhor cidade para se viver, na RMM, é Presidente Figueiredo, que ficou na 170ª colocação no ranking geral. Em seguida, aparecem  Careiro da Várzea, na 181ª posição; Itacoatiara, na 263ª, e Manacapuru, na 237ª. Manaus é 247ª.

Para o secretário da RMM, Reneé Levy Aguiar, “a consolidação da região como potência local, nacional e até internacional, se efetivará na medida em que o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Integrado, concluído em em 2010 for implementado.”

O Ibeu foi calculado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Observatório das Metrópoles

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