De acordo com os mototaxistas, o número de acidentes causados pelo barro lançado na pista por algumas cerâmicas vem aumentando, nos últimos meses, porque as empresas não cumprem as normas de segurança no transporte do material.
O protesto foi realizado na tarde desta quinta-feira (05), no trecho entre a Vila do Cacau Pirera, no antigo porto das balsas . Usando os próprios veículos, os manifestantes bloquearam a via, impedindo a passagem dos caminhões que transportam barro para uma das grandes indústrias ceramista da região.
O mototaxista Max Silva confirmou o perigo no local. Segundo Max, ao menos três acidentes ocorreram, no mesmo ponto, nas últimas horas. Por decisão dos líderes do movimento, o acesso à jazida da cerâmica João de Barro, apontada como principal causadora do problema, ficará interditado, até que as autoridades ambientais decidam interceder na questão, advertindo ou multando a indústria.
A atividade ceramista é regulamentada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). A indústria que desrespeitar as normas estabelecidas pelo órgão é passiva de autuação e multa.
