Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Prejuízo das vítimas está estimado em R$ 30 mil

– (fotos: EBC Agência Brasil e Erlon Rodrigues/PC-AM) – Hailton da Silva Ferreira, de 32 anos, foi preso nessa quarta-feira (25/05), por policiais civis do 11° DIP, pelo crime de estelionato virtual, praticado por meio de um aplicativo de mensagens instantâneas. Os golpes resultaram em prejuízo estimado em R$ 30 mil.

De acordo com o delegado Antônio Rondon, titular da unidade policial, o infrator é técnico de informática e trabalhou em empresas de tecnologia nesta função, momento em que teve acesso aos bancos de dados de clientes das empresas e conseguiu descobrir quais deles possuíam dívidas junto às empresas.

“Após Hailton ter acesso a essas informações, ele entrava em contato com os clientes devedores, e se passava por funcionário do setor financeiro da empresa, ocasião em que negociava grandes descontos para que os clientes quitassem suas dívidas”, disse o delegado.

A autoridade policial informou que, depois de convencer os clientes devedores a efetuar os pagamentos, o indivíduo passava a eles uma conta fake para recebimento dos valores via Pix e, posteriormente, transferia para sua conta pessoal.

“Em posse das informações do modus operandi que o infrator utilizava, seguimos em diligências e conseguimos localizar e prendê-lo na rua Artur Neto, bairro Novo Israel, zona norte, no momento em que ele praticava mais um golpe”, explicou Rondon.

Procedimentos

Hailton foi autuado em flagrante por estelionato eletrônico e será encaminhado à Central de Recebimento e Triagem (CRT), onde passará por audiência de custódia, e ficará à disposição da Justiça.