A Prefeitura de Manaus informou, nesta quarta-feira (8), que é proprietária do terreno de 12,4 mil metros quadrados, na Ilha de Monte Cristo, situado próximo à Feira da Banana, no Centro da capital.
Em nota, a prefeitura informou que imóvel está registrado no Cartório do 2ª Ofício e pertence ao Município desde 15 de setembro de 1995.
De acordo com a prefeitura, o terreno foi desapropriado pelo valor de R$ 2,4 milhões e a sentença em favor da Prefeitura de Manaus foi proferida pelo juiz de direito da Vara da Fazenda Pública Municipal, na época, Jomar Ricardo Saunders Fernandes.
A nota informa, ainda, que a área era utilizada de forma indevida por terceiros, que cobravam para pessoas estacionarem seus carros no terreno.
Em 14 de dezembro de 2013, após retomar o espaço para a Prefeitura de Manaus, a Secretaria Municipal de Feiras, Mercados, Produção e Abastecimento (SEMPAB), liberou estacionamento gratuito no espaço.
Segundo a nota, a Prefeitura vai fazer o recapeamento asfáltico do terreno, para dar mais conforto à comunidade que usa o espaço. Hoje, de acordo com a nota, lama e poeira tomam conta do local prejudicando, inclusive, os trabalhadores da Feira da Banana e seus clientes.
O trabalho de recapeamento seria iniciado nesta quarta-feira (8), mas as equipes da Secretaria Municipal da Infraestrutura (SEMINF) foram impedidas por um grupo de feirantes que voltou a invadir o local e que atrapalharam uma ação que trará benefício e melhorias para a população.
A Guarda Civil Metropolitana negociou com o grupo de manifestantes e o fim do ato ocorreu de forma pacífica, por volta de 11h. A Secretaria Municipal do Centro (SEMC) esclarece que, por diversas vezes, entrou em contato com representantes da categoria para dialogar.
Como o local era utilizado de forma ilegal, o anúncio das ações gerou descontentamento em alguns feirantes. Agora, vai servir como base de apoio estratégico para a transferência dos camelôs, que serão retirados de toda a extensão do Centro da cidade e realocados em shoppings populares.
A nota afirma que o local faz parte desta engrenagem e é considerado fundamental no processo de revitalização da área Central de Manaus.
