
A defesa do delegado Gustavo Sotero pediu, nessa segunda-feira (27), autorização à Justiça para que o policial possa receber atendimento médico fora da carceragem da Delegacia Geral, onde ele está preso, após protagonizar o homicídio do advogado Wilson Justo Filho, na madrugada do último sábado (25), na casa noturna “Porão do Alemão”, zona Oeste de Manaus.
De acordo com a advogada de Sotero, Carmem Romero, o delegado sente “fortes dores”, em decorrência do soco que recebeu, durante a briga com o advogado, antes do crime.

A advogada afirma que a unidade não dispõe unidade hospitalar e argumenta que os exames são “direito de qualquer preso. Não se trata de uma regalia e nem pelo fato dele ser delegado.”
Carmen Romero disse, ainda, que pleiteou o plano de saúde do delegado, mas o atendimento não pode ser feito nas unidades públicas de saúde.
Segundo a advogada, até esta terça-feira (28), ela ainda ainda não havia tido uma resposta do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
