Vítima de exploração sexual descreveu homem jovem com tatuagens pelo corpo
Depois de 12 anos de tramitação na justiça amazonense, o empresário Waldery Areosa foi absolvido da acusação de exploração sexual com uma adolescente.
Em 2012, a Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente desencadeou a Operação Estocolmo que apontou a existência de uma rede de exploração sexual de adolescentes. Uma pessoa cujo primeiro nome era Waldery foi apontado como um dos envolvidos com uma adolescente. Na época, cogitou-se que o nome era do empresário Waldery Areosa.
A própria adolescente ao prestar depoimento perante a justiça descreveu a pessoa como um homem jovem e que tinha várias tatuagens pelo corpo. Waldery Areosa nunca teve tatuagens e tinha mais de 63 anos quando foi confundido com a pessoa que teve relacionamento com a adolescente de 17 anos.
Diante da constatação de que o nome do empresário foi confundido com outra pessoa, a própria justiça julgou improcedente a acusação por falta de provas,

Waldery Areosa foi confundido com pessoa jovem e com tatuagens pelo corpo.
Por falta de provas, foi absolvido pela justiça
