
O aumento da pirataria nos rios do Amazonas está amedrontando passageiros, impedindo viagens e prejudicando negócios nos rios do interior do Amazonas. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (04), pelo presidente do Sindicato das empresas e Navegação Fluvial do Amazonas, (Sindarma).
Em entrevista à Rede Tiradentes, Célio afirma (Sindarma), Galdino Alencar Júnior afirmou que, além de assustar preferencialmente transportadores de combustíveis com prejuízos milionários e causar riscos de vida aos passageiros, os cada vez mais constantes assaltos, que ocorrem na rio Solimões e proximidades de Itacoatiara, já começam a inviabilizar negócios no interior, com empresas de Seguro se negando a dar garantias a empresas e passageiros.

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Passageiros traumatizados
Moradores da Região ribeirinha que precisam viajar e trabalhar nos rios do estado se manifestam cada vez mais assustados. Uma mulher, que identificamos apenas como Kátia, que foi vítimas dos piratas durante um assalto, afirma, chorando, que é obrigada a passar 15 dias viajando a trabalho. Mãe de três filhos, ela diz que precisa trabalhar para sustentá-los e que, cada vez que viaja, o medo é cada vez maior.
“Passo 15 me tremendo e morrendo de medo, me tremendo, traumatizada, mas eu não posso parar!”
Segundo o presidente do Sindarma, a grande área da malha aquaviária do estado dificulta o trabalho de segurança, tanto para a Marinha do Brasil quanto para as forças de segurança estaduais. Ele afirma que já sugeriu ao governo a implantação de três bases que possam pelo menos amenizar a presença cada vez mais forte dos piratas na Região.
A entrevista, na íntegra, você acompanha no programa Manhã de Notícias e nas nossas redes sociais no Facebook e Youtube.
