Durante a ação foram apreendidos celulares, automóveis, dinheiro e outros itens relevantes para a investigação.

O grupo criminoso é suspeito de extrair ouro da Terra Indígena Kayapó e vender em joalheiras da região.

Apurou-se que as transações financeiras suspeitas ultrapassaram R$ 30 milhões. Além disso, um dos envolvidos também é investigado por manter um trabalhador em condição análoga à escravidão em um imóvel rural próximo à Terra Indígena Kayapó, que servia de base para atividades de garimpo ilegal.


