Cerca de 500 petroleiros cruzaram os braços na manhã desta quinta-feira (17), na refinaria de Manaus (Reman). Os trabalhadores reivindicam ganho real de 5% nos salários, além da reposição da inflação de 6,56%.
O coordenador geral do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas, Acássio Carneiro, disse a greve é por tempo indeterminado, mas, a princípio, não deve comprometer a produção da Reman.
A greve dos petroleiros tem o apoio de oito sindicatos. O dos trabalhadores da Construção Civil, dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas do Amazonas e da União Geral dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Amazonas.
Esta é a terceira vez, neste ano, que os petroleiros cruzam os braços. Os trabalhadores querem ganho real de 5% nos salários, mas a contra proposta da Petrobras é de até 1,5%.
O sindicato também pressiona a Petrobras a exigir nos contratos firmados com as empresas terceirizadas, a criação de fundos financeiros para os funcionários contratados, para evitar o não pagamento de indenizações por parte dessas empresas.
