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Petroleiros da Reman fazem piquete e ameaçam paralisar por tempo indeterminado

Após a morte, ontem do engenheiro engenheiro elétrico Antônio Rafael Santana, de 24 anos, que teve 75% do corpo queimado, após uma explosão, no sábado (16) à noite, na Refinaria Isaac Sabbá – a Refinaria Manaus (Reman), um grupo de trabalhadores se concentrou em frente à entrada da refinaria, no Distrito Industrial, na manhã desta quinta-feira, em mais um ato de protesto.

Com faixas e cartazes, eles voltaram a alertar a direção da Petrobrás sobre a precariedade na segurança para o exercício do trabalho na refinaria, que, nos últimos anos, vem registrando um número muito alto de acidentes de trabalho. O último foi na noite do sábado (16), quando o engenheiro sofreu o acidente.

O protesto não suspendeu a produção da Reman, que funcionou normalmente, nesta quinta-feira, mas casos as negociações não avancem, no sentido de atender às reivindicações dos trabalhadores, uma paralisação pode deflagrada por tempo indeterminado.a à Tiradentes News pela família do engenheiro, que não quis entrar em detalhes.

O engenheiro, que recebia atendimento no Setor de Queimados do Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto, estava à espera de uma decisão da equipe médica, que analisava, a pedido da família, as condições para a transferência dele para o Hospital da Aeronáutica, no Rio de Janeiro.

Ontem, cerca de 400 trabalhadores participaram de uma manifestação que exigiu mais segurança na refinaria. Os operários fizeram uma corrente de oração pela recuperação do funcionário acidentado. A manifestação causou um enorme congestionamento na portaria da Reman.

A direção da refinaria se comprometeu a discutir as melhorias na segurança pretendidas pelos trabalhadores.

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