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Pesquisa do IBGE mostra que itens para mulheres apresentou queda nos preços

Com a Copa e o comércio em baixa, as lojas adiantaram seu período de liquidações, o que ajudou muito as mulheres. A pesquisa mensal de inflação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira (8), mostrou que itens básicos, como roupas, maquiagem e salão de cabeleireiro, ficaram mais baratos, em julho.

Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,01% no mês passado, quem comprou roupas femininas sentiu uma queda de preços (deflação) de 0,76%, por exemplo. Os valores nas etiquetas de sapatos femininos também caíram: enquanto em junho o item registrou inflação de 0,97%, em julho, houve deflação de 0,6%.

Maquiagem e cabeleireiro também tiveram queda nos preços e a inflação de artigos de higiene pessoal desacelerou entre os dois meses. Na outra ponta, perfume e joias ficaram mais caros, assim como serviços de depilação e manicure.

Apesar dos preços para itens presentes no orçamento feminino terem caído, a inflação medida pelo IPCA em 12 meses até julho já chegou a 6,5%, conforme o IBGE divulgou. Este é exatamente o limite considerado “saudável” para a elevação de preços, uma vez que a meta do governo vai de 2,5% até 6,5%.

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Homens

O consumo de produtos de higiene, perfumaria e cosméticos destinados ao público masculino dobrou de tamanho em cinco anos, de acordo com levantamento divulgado  pela Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) em razão da proximidade do Dia dos Pais.

A entidade calcula que este nicho chegou a representar um faturamento de US$ 4,572 bilhões no Brasil em 2013, mais de duas vezes os US$ 2,284 bilhões de 2008.

Atualmente, os produtos masculinos representam mais de 10% do consumo total do mercado de higiene, perfumaria e cosméticos no Brasil, que totaliza US$ 43 bilhões.

Os produtos para barba representavam 58% das vendas dos produtos masculinos enquanto a categoria de cuidados pessoais (principalmente desodorantes) soma 42%.

Considerando apenas o universo de perfumaria, os homens são responsáveis por 43,3% do consumo brasileiro, totalizando US$ 3,051 bilhões.

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