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Passageira de 18 anos é presa com quase 15 quilos de supermaconha na bagagem no aeroporto Internacional de Manaus

Droga foi identificada pela Receita Federal e Polícia Civil do Amazonas

As equipes de Vigilância e Repressão (EVR) da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e K9 da Receita Federal realizaram nesta segunda-feira (31/07), em parceria com o serviço de inteligência da Polícia Civil, operação de combate ao contrabando e descaminho no Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus/AM. A ação resultou na apreensão de 14,45 quilos de Skunk.

Após realização de procedimentos de análise de risco, a EVR e a Equipe K9 identificaram bagagem suspeita de uma passageira de 18 anos que teria como destino o Aeroporto Internacional de Viracopos (SP). A verificação conduzida pelos servidores constatou a presença de 8,45 quilos de Skunk dentro de polpa de açaí na bagagem.

 

Os servidores também apreenderam 6 quilos de Skunk durante a operação no aeroporto. Neste caso, o entorpecente estava em bagagem com destino a Goiânia/GO via Guarulhos (SP), que pertencia a um passageiro de 19 anos.

Skunk, também conhecida como supermaconha, é uma droga mais potente que a maconha, ambas são retiradas da espécie Cannabis sativa e, por esse motivo, possuem em suas composições o mesmo princípio ativo – THC (Tetra-Hidro-Canabinol). Por ser feita a partir da própria maconha, essa droga possui os mesmos efeitos, porém potencializados: palidez, excitação, risos, depressão ou sonolência, aumento de apetite por doces, olhos avermelhados, dilatação das pupilas, alucinações, etc.

A atuação da Receita Federal contra ilícitos

A Alfândega do Aeroporto de Manaus informa que as ações de fiscalização e controle aduaneiro realizadas têm por objetivo evitar a circulação, no território nacional, de produtos potencialmente nocivos à saúde e ao meio ambiente, e inibe a prática de crimes que geram desemprego, sonegação de impostos e concorrência desleal à indústria e ao comércio local.

A Receita Federal também alerta que muitos casos de contrabando e descaminho, considerados pela população como crimes “menores”, estão ligados ao crime organizado que atua nas fronteiras brasileiras. Essas organizações criminosas, que promovem tráfico internacional de drogas, armas e munições, utilizam-se do mercado ilegal de produtos como forma de financiamento para suas ações. É importante que a população se conscientize de que o que pode parecer uma “pequena transgressão” traz grandes prejuízos ao país, contribuindo inclusive para a deterioração da segurança pública.

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