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Operários da Arena da Amazônia fazem manifestação para cobrar melhores condições de trabalho

Mais de 600 trabalhadores participaram do protesto, que cobrou melhores condições de trabalho e o reforço do pagamento do auxilio refeição e moradia, aos operários da Arena da Amazônia Vivaldo Lima.

De acordo com o presidente do Sindicato da Construção Civil do Amazonas (Sintracomec), Cícero Custódio, durante a manifestação, realizada em frente ao estádio, na Avenida Constantino Néry, o montador Artur Alves foi duramente agredido por um dos seguranças da empresa privada que presta serviço na Arena.

A polícia militar foi acionada para apurar a denúncia com representantes da construtora responsável pela obra. Segundo o major PM André Luiz Gióia, um equipamento de choque usado contra o operário não poderia ter sido utilizado.

Após o incidente, o reforço policial foi garantido no local para evitar possível desordem. Agora à tarde, os trabalhadores mantêm o protesto.

UGP-Copa –

À tarde, a Unidade Gestora da Copa do Mundo em Manaus (UGP-Copa), informou que o movimento grevista que chegou até à portaria da Arena da Amazônia, não tem relação com a obra de construção do estádio. Segundo a UGP-Copa os funcionários da construtora Andrade Gutierrez que fizeram a paralisação são trabalhadores de outra obra da empresa, a Usina Termelétrica de Mauá.

A UGP-Copa informou, ainda, que não houve nenhuma alteração na rotina de trabalho, na Arena da Amazônia.

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