
A operação teve como objetivo fiscalizar e coibir crimes de poluição sonora. – (foto: Lyandra Peres/PC-AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), interditou adegas por irregularidades em bairros das zonas norte e oeste de Manaus.
A ação foi realizada no sábado (26/07), em conjunto com o Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), a Guarda Municipal de Manaus e o Instituto de Criminalística (IC).
De acordo com o delegado Guilherme de Antoniazzi, adjunto da Dema, a operação teve como objetivo fiscalizar e coibir crimes de poluição sonora. Os alvos foram adegas que atuavam de forma irregular, algumas das quais já haviam sido interditadas anteriormente, mas retomaram o funcionamento.
“Ao todo, quatro estabelecimentos foram fiscalizados. Em uma adega localizada na avenida José Henrique, bairro Monte das Oliveiras, zona norte, a equipe constatou o funcionamento irregular do local, que já se encontrava interditado”, informou a delegado.
Segundo o delgado, o estabelecimento foi autuado por ausência de Licença Ambiental para uso de som, e os responsáveis poderão responder por crime ambiental.
Denúncias
O delegado reforçou a importância das denúncias para os casos de crimes ambientais.
As denúncias podem ser feitas diretamente na sede da Dema, localizada na rua Paul Adam, Conjunto Shangrilá, bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul, ou pelo número (92) 3667-7741, disque-denúncia da unidade especializada, e pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).
O registro de Boletim de Ocorrência (BO) também pode ser feito pela Delegacia Virtual (Devir), no site: https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal/.
Da redação: De acordo com a Wikipedia, Harpócrates, na mitologia grega, é o deus do silêncio, do segredo e da confidencialidade. Ele foi adaptado pelos gregos a partir do deus egípcio Hórus, mais especificamente da sua representação infantil. Na prática, Harpócrates era visto como uma divindade que inspirava a discrição e a reserva, sendo frequentemente associado ao mistério e ao oculto.
