
– (foto: Reprodução) – O músico amazonense que ficou conhecido no mundo artístico como ‘Teixeira de Manaus’, morreu nesta quinta-feira (18), na capital do Amazonas. O saxofonista Rudeimar Soares Teixerira, nome de batismo de Teixeira de Manaus, lutou contra um câncer na hipófise. Ele estava internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), e, na madrugada de hoje, veio a óbito.
Eternizado pelo hit ‘Deixa o Meu Sax Entrar’, o artista que adotou o nome da cidade para marcar sua carreira, era considerado o maior do sax nos beiradões do interior do Amazonas.
Conhecido em todo o Brasil, Teixeira de Manaus foi um dos maiores vendedores de LPs n
Com informações do D24am. Veja mais em https://d24am.com/amazonas/morre-aos-80-anos-teixeira-de-manaus-cantor-lutava-contra-um-cancer/
Manifestações de pesar:
Prefeito de Manaus
NOTA DE PESAR – Teixeira de Manaus
O prefeito de Manaus, David Almeida, e a Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) manifestam profundo pesar pela morte do músico amazonense Rudeimar Soares Teixeira, o Teixeira de Manaus, nesta quinta-feira, 18/1, aos 79 anos.
“Neste momento de tristeza e dor, prestamos todo o nosso apoio e sentimentos de pesar aos familiares, amigos e admiradores do artista Teixeira de Manaus, grande saxofonista, expoente da música popular amazonense, o nosso Rei dos Beiradões”, destacou o prefeito.
O diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Reginei Rodrigues, também lamentou a perda do artista.
“Teixeira de Manaus é a nossa referência da música de ‘beiradão’, vendeu mais de 100 mil discos, chegando em uma época a vender mais que o Roberto Carlos. É uma perda inestimável para a cultura amazonense. Que Deus conforte os familiares desse grande ícone”, disse Rodrigues.
Teixeira de Manaus nasceu em 8 de dezembro de 1944, na costa do Catalão, comunidade localizada na confluência dos rios Solimões e Negro, região pertencente ao município de Iranduba (AM).
Desde os 18 anos, inspirado no pai, dedicou sua vida à música, tendo alcançado seu auge como saxofonista nas décadas de 80 e 90, com gravação de discos instrumentais como solista e diversos shows pelo país. Foi descoberto pelo paraense Pinduca, na capital amazonense, em 1979, e em 1981, lançou seu primeiro disco, o Solista de Sax, tornando-se um sucesso absoluto na região.
Considerado um dos precursores do movimento artístico chamado Beiradão, utilizando o sax alto com diversos ritmos musicais, destacou-se por sucessos como Deixa Meu Sax Entrar, Lambada pra Dançar, Vamos Cumbiar e Balançando o Sax.
O velório do artista acontece na funerária Recanto da Paz, na avenida Coronel Cyrillo Neves, no bairro Santo Agostinho.
