
De acordo com o colunista do Metrópoles, o magistrado, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), foi acompanhado de pelo menos um dos filhos dele e foi ao país num luxuoso jatinho Citation X. O custo do bate-volta de Brasília para Paris foi de, pelo menos, R$ 250 mil.
A aeronave, informa a coluna, pertence a Vinícius Peixoto Gonçalves, dono de um escritório de advocacia no Rio de Janeiro. Foi ele quem ofereceu o veículo ao ministro.
Vinícius atua em processos em curso no STF e já foi denunciado como operador financeiro do ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão pelo MPF (Ministério Público Federal). Seu nome aparece nas investigações sobre pagamentos de propina nas obras da usina Angra 3.
Nunes Marques embarcou no dia 26 de maio, fez uma escala em Cabo Verde e seguiu para o aeroporto Le Bourget. A volta para Brasília ocorreu quatro dias depois, no dia 30.
