A “Operação Cauxi”, que resultou na prisão do prefeito de Iranduba (27 quilômetros distantes da capital Manaus) Xinaik Medeiros, além do secretário de Finanças, David Queiroz, a irmã do prefeito, Nádia Medeiros, o chefe da Comissão Geral de Licitação (CGL), Edu Correia Souza, e o secretário de Infraestrutura, André Lima, deixou em alerta outros prefeitos do Amazonas. É que após o escândalo de Iranduba vir à tona, o procurador-geral de Justiça, Fábio Monteiro declarou, que assim como ocorreu com o município, outras 30 prefeituras estão na mira do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MP-AM). O Amazonas conta com 62 prefeituras no total.
Fábio Monteiro antecipou que as investigações fazem parte de um trabalho que visa combater a corrupção no Estado. As prefeituras investigadas não tiveram seus nomes revelados.
Xinbaik e os outros funcionários são acusados de fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro, que resultou num total de R$ 56 milhões em desvios de verbas públicas.
