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Médicos cubanos são “cabos eleitorais” do PT para reeleger Dilma, afirma presidente do CRM no Amazonas

27/08/13 – O idioma, que dificulta a comunicação entre médico e paciente e a qualidade do atendimento, serão dois dos principais problemas para os médicos estrangeiros que virão trabalhar no Amazonas, por intermédio do programa “Mais Médicos”, do governo federal. O alerta foi feito, nesta terça-feira, em Manaus, pelo presidente do Conselho Regional de Medicina no Amazonas, Jéfferson Jezzini.

O presidente do CRM disse, ainda, que os médicos cubanos contratados pelo Programa estão irregulares para trabalhar no Brasil.

De acordo com Jezinni, a orientação do CRM para os médicos amazonenses é de que recebam bem os estrangeiros, porém, evitem ajudá-los, durante o exercício de suas funções.

A previsão é de que mil e setecentos médicos cubanos venham trabalhar no Amazonas, nos próximos mesese que aproximadamente 90 cubanos atuem, neste primeiro momento, na capital e no Interior do Estado.

Apesar das críticas das entidades médicas, o Governo Brasileiro defende o programa como uma questão humanitária, justificada pela falta de profissionais nos municípios.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 1,8 médico por mil habitante, enquanto que, em países vizinhos, como na Argentina, a proporção é de 3,2 e no Uruguai, de 3,7, por habitante.

Para o presidente do CRM-Am, “na verdade, os médicos que estão vindo de cuba seriam cabos eleitorais do Partido dos Trabalhadores (PT), interessado em reeleger a presidente Dilma Roussef, o que, segundo Jezzini, representaria a canibalização de outros partidos.

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