
Foi a primeira manifestação contra a política adotada pelo governo federal para os combustíveis. A concentração na capital foi no final da tarde, em frente ao Posto 700, na avenida Djalma Batista, uma das principais da capital.

Com gritos e palavras de ordem, os manifestantes protestaram contra os reajustes, que já elevam os preços à casa dos R$ 5, 00.

Alguns automóveis foram colocados no meio da rua, o que acabou agravando o congestionado trânsito de final de tarde em Manaus.

No Interior do Amazonas, alguns postos já praticam os valores além dos R$ 5, 00 há quase um mês.

Na capital, como mostra a foto, alguns postos de bandeiras diferentes exibiram em suas placas os valores com os preços resultantes do último reajuste, o que ficou bem claro neste estabelecimento de bandeira BR.
Reunião em Brasília
Em Brasília, o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, informou que o governo “estuda” uma forma de tornar os preços dos combustíveis mais “previsíveis”. Antes de uma reunião convocada pelo presidente Temer, no Palácio do Planalto, Padilha disse que o governo está “preocupado” com o aumento constante do preço dos combustíveis, mas ressaltou que ainda não há uma definição do que será feito.
O ministro lembrou que o Brasil adota uma política internacional de preços que acompanha as variações do dólar e do petróleo para definir o valor do combustível.
