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Lentidão nas obras e pistas ainda esburacadas são alvos de reclamações dos moradores do Distrito Industrial

Quem mora na região do Distrito Industrial I e II (que liga a zona Sul a zona Leste de Manaus), afirma que apesar das obras de pavimentação que vêm sendo realizadas na localidade, as pistas ainda estão muito precárias. A dona de casa Suzany Nogueira Ribeiro, moradora da rua a, esquina com a Rua G6, no conjunto Nova República afirma que as crateras do Distrito e do conjunto continuam “um desastre”. “Sem comentários. É uma grande falta de vergonha .”, desabafa.

Mesmo com convênio firmado há quase dois anos entre Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), os trabalhos seguem muito lentamente e várias vias continuam praticamente intrafegáveis.

Neste período de chuvas, aumenta o sofrimento para quem se locomove, seja em veículos pequenos ou coletivos, pelas ruas do Pólo Industrial de Manaus (PIM), principalmente no Distrito Industrial I, onde o fluxo é mais intenso.

Obras seguem lentas e muitas vias continuam intrafegáveis

Obras seguem lentas e muitas vias continuam intrafegáveis

Na Avenida Buriti, em frente a um centro comercial, um buraco com mais de um metro de diâmetro é uma ameaça constante de acidente. Como fica no meio de uma pista de velocidade, geralmente os condutores desviam seus veículos muito em cima, correndo o risco de se chocarem.

Ainda em certo trecho da Avenida Buriti, as calçadas estão tomadas pelo mato, dificultando o deslocamento de transeuntes e a visibilidade dos condutores. Poucas das muitas rotatórias existentes na área foram revitalizadas.

Outro problema que oferece risco constante é a falta de sinalização, que deveria dividir as pistas da via. E o que se vê são centenas de carros de todos os tamanhos disputando ultrapassagem, sem nenhum direcionamento.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), a Prefeitura não possui ingerência em relação a administração das vias e que toda responsabilidade é da Suframa. Destaca, ainda, que existe um convênio assinado entre Seinfra e Suframa que garante recursos federais para a recuperação total das vias.

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