RÁDIO TIRADENTES | 89,7 MHz | AO VIVO

IPAAM cassa licença ambiental da empresa Marquise

O Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (IPAAM) seguiu determinação do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que embargou a obra ao constatar irregularidades. A mais grave foi na construção da pista de acesso até o empreendimento. Moradores conseguiram provar que o acesso foi feito por dentro de outros terrenos particulares que existem  no local.

Segundo o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, a licença do aterro sanitário no quilômetro 13 da BR 174 foi suspensa por conta de problemas no acesso que liga a obra. Mas nada impede que após a solução do problema, o aterro não volte a funcionar.

Eduardo With é diretor técnico em exercício do IPAAM e falou com a reportagem sobre a situação do aterro sanitário particular da empresa Marquise. Sobre a reclamação dos moradores, relativa a poluição ao ambiente provocada pelo aterro, o diretor disse que são exigidos estudos de viabilidade e que esses seriam garantias de que o aterro não poluiria a área.

Conforme apresentado pela Rede Tiradentes, cerca de 200 famílias que moram próximas ao novo aterro sanitário estão preocupadas com a contaminação dos mananciais e o prejuízo com a geração de renda já que a área sobrevive exclusivamente do comércio promovido pelos balneários próximos ao Igarapé do leão.

O secretário municipal de Limpeza Pública (SEMULSP), Paulo Farias, e a assessoria de imprensa do órgão não responderam o convite para gravação de entrevista. Por telefone, o secretário disse apenas que a Prefeitura tem uma relação de parceria com a empresa Marquise sem entrar em detalhes sobre contratos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *