Desde o início do ano, Manaus estava sem radares controladores de velocidade, após o contrato com a empresa Consladel, antiga operadora do sistema ter expirado e não ser renovado pela Prefeitura de Manaus.
Segundo a denúncia do MP-AM, Ministério Público do Amazonas, o contrato trouxe um prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos de Manaus, no caso que ficou conhecido como ficou conhecido com a “indústria das multas”.
No período em que os radares de fiscalização ficaram desativados, a redução de mortes no trânsito de Manaus foi de 19,23%, em relação ao ano passado, segundo balanço do próprio Manaustrans, de julho.
Conforme o órgão, na época de 1º de janeiro a 29 de julho de 2015, foram registradas 105 mortes no trânsito. Em 2014, nesse mesmo período, foram 130 vítimas fatais.
No ano passado, os 36 radares instalados nas ruas de Manaus registraram 140 multas por excesso de velocidade.
