
A empresa, que iniciou suas atividades fabris no Brasil em 1998, informou que produziu mais de 75 mil motocicletas para o mercado consumidor interno do País, e ao longo de sua história implementou diversos aperfeiçoamentos para atender às demandas cada vez mais exigentes do consumidor brasileiro. Esse processo também permitiu à empresa prospectar novos mercados para ampliar seus negócios. “Temos buscado expandir nossa atuação para mercados vizinhos e outros mercados de exportação”, disse o diretor de operações da marca, Adelino Cardoso.
Dentre as observações feitas pelo superintendente da Suframa acerca dos processos industriais promovidos pela empresa na Zona Franca de Manaus e demais assuntos debatidos durante o encontro, o reconhecimento internacional da Harley-Davidson como um dos ícones do motociclismo mundial levou Polsin a destacar iniciativas que integrem a empresa ao fomento à atividade turística regional. “Assim como grandes players mundiais fazem em outros países, acredito que se a empresa desenvolver um programa de visitação poderá atrair turistas que apreciam motos para conhecer a estrutura local, entender como é feita a fabricação das motos e isso deve fomentar diversos setores, como o hoteleiro, o gastronômico e ainda incentivar as pessoas a conhecer a Amazônia”, afirmou o superintendente.
Ao final do encontro, o diretor de operações da Harley-Davidson guiou a comitiva da Suframa nas linhas de produção da empresa e comentou sobre os projetos para implementar novos modelos de motocicletas na planta da empresa na Zona Franca de Manaus.
