
PL estabelece a reforma da previdência municipal foi aprovado na segunda-feira (17 de novembro)
O Projeto proposto pelo prefeito aumenta o tempo de contribuição dos servidores e a idade mínima para mulheres, que sairá de 55 para 62 anos, e dos homens, de 60 para 65 anos, além da redução de proventos, mudanças nas regras de pensão, contribuição, entre outras.
Durante o primeiro turno da votação, os vereadores incluíram o projeto às escuras na pauta, realizaram diversas manobras e ignoraram todas as regras do regimento interno da Casa Legislativa.
Já no segundo turno, que aconteceu na segunda, o presidente da Casa, David Reis (Avante), impediu várias vezes que a proposta fosse votada no painel eletrônico, conforme solicita o regimento.
Assim, a proposta foi aprovada com 28 votos favoráveis dos vereadores de Manaus, sendo eles os vereadores Paulo Tyrone (PMB), Marco Castilho (UB), Sérgio Baré (PRD), Raulzinho (MDB), Kennedy Marques (MDB), Everton Assis (UB), Allan Campelo (Podemos), Diego Afonso (UB), Marcelo Serafim (PSB), Jander Lobato (PSD), Mitoso (MDB), Eduardo Alfaia (Avante), Elan Alencar (DC), Joelson Silva (Avante), Gilmar Nascimento (Avante), Eduardo Assis (Avante), Jaildo Oliveira (PV), Pai Amado (Avante), Roberto Sabino (Republicanos), Rodinei Ramos (Avante), João Carlos (Republicanos), Aldenor Lima (UB), Rosivaldo Cordovil (PSDB), Saimon Bessa (UB), Professor Samuel (PSD), João Paulo Janjão (Agir), Rodrigo Sá (PP), David Reis (Avante).
Os vereadores Rodrigo Guedes (PP), Ivo Neto (PMB), Coronel Rosses (PL), Sargento Salazar (PL), Carpê Andrade (PL), Raiff Matos (PL), Thaysa Lippy (PRD), José Ricardo (PT), Amauri Gomes (UB), Eurico Tavares (UB) foram contra a proposta.

“Eu nunca vi tamanha crueldade como a que os vereadores permitiram acontecer na Câmara Municipal de Manaus. A vida dos servidores vai ser prejudicada porque a base de vereadores prefere ficar ao lado do Prefeito do que a favor da população. Isso é inadmissível”, declarou.
