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Fim do IPI prejudica modelo ZFM e 500 mil trabalhadores do Amazonas, afirma vereador de Manaus que foi operário do PIM

 

Reação é uma resposta do vereador Capitão Carpê à afirmação do vice-presidente Geraldo Alckmin sobre fim do incentivo

As reações ao posicionamento do Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, favorável ao fim do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), principal diferencial competitivo do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), seguem na imprensa e redes sociais.

Para o vereador de Manaus Capitão Carpê (Republicanos), que se pronunciou em suas contas nas redes, a afirmação é um nova ameaça à ZFM e aos empregos que ajudam a sustentar as famílias dos amazonenses). Saindo em defesa do IPI, o parlamentar lembrou as autoridades do governo Lula que O imposto é o principal diferencial competitivo do modelo econômico local.

Carpê ressaltou, ainda, que o setor alcança, entre empregos formais e informais, 500 mil amazonenses que dependem da indústria para o seu sustento.

“Eu mesmo fui uma dessas pessoas. Trabalhei no chão de fábrica e sei o quão importante são esses empregos para a nossa população. Com essa atitude, nossa economia está correndo um sério risco”, enfatizou.

O modelo Zona Franca de Manaus baseia-se principalmente na concessão de incentivos que incidem sobre produtos industrializados, através do IPI. O modelo foi pensado como forma de industrializar a Região Norte do País e compensar a dificuldade logística da região.

Com o possível fim do imposto, o cenário cria uma insegurança às indústrias instaladas na região, que se beneficiam desses incentivos e geram milhares de empregos principalmente na capital amazonense, lembrou.

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