
Família e herdeiros querem garantir que o último desejo do falecido seja respeitado.
– (foto: Reprodução) – Mais de três meses após o falecimento do milionário empresário José Ferreira de Oliveira, o “Passarão”, as cinzas do corpo ainda não foram sepultadas, como era desejo dele.
“Passarão” morreu no dia 16 de maio, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e foi cremado na madrugada do dia seguinte.
Veja na íntegra no BNC 📲
