Pneus, garrafas pet, latinhas, plásticos, até uma TV. Quem passa pela Marina do Davi, área da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, entristece ao se deparar com tanta sujeira e agressão ao meio ambiente. O fisioterapeuta Francisco Pereira e a contadora Liliane Barros lamentam o cenário de descaso, tanto por parte dos frequentadores quanto do, poder público.
A Marina do Davi é o principal acesso para pegar as lanchas que fazem o transporte de passageiros até os balneários situados na orla do Rio Negro, como a Praia Dourada e Praia da Lua. De acordo com o micro empresário Carlos Anderson, que realiza passeios turísticos, o aspecto de abandono evidenciado com a vazante do rio tem afetado a procura por lazer.
Para tentar atrair novamente os frequentadores da Marina, o diretor da Cooperativa dos Profissionais do Transporte da Marina do Davi, Adonis Custódio, anunciou um mutirão de limpeza que, seguindo ele, deve ser feito ainda está semana, em parceria com órgãos estaduais e municipais.
Há um ano, a cooperativa participa de um projeto de conscientização ambiental que recicla latinhas de alumínio e garrafas pet. Mas apesar do esforço, muita gente ainda insiste em depositar o lixo no leito do rio. No local, ao invés de peixe, é a sujeira que é pescada.




