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Entraves ambientais e burocráticos dificultam a implantação do primeiro empreendimento que vai extrair potássio no Amazonas

 

Cinco anos após o processo, que começou com a aquisiçã0 da terra, a instalação da primeira empresa que vai extrair potássio no Amazonas se arrasta e pode durar até mais de três anos, quando deverá começar a gerar os primeiros empregos no no estado.

A expectativa foi manifestada nesta quarta-feira (08), pelo empresário Adriano Espeschit, presidente da Potássio do Brasil, em entrevista à Rede Tiradentes. De acordo com ele, o empreendimento enfrenta uma série de entraves burocráticos que vão desde o licenciamento ambiental à documentação que permitirá o funcionamento da empresa e deverá agregar uma nova atividade no Amazonas, transformando o estado num polo do potássio e produzindo insumos para o setor agrícola de todo o país.

Usado na otimização e melhoria da qualidade da produção agrícola que chega às mesas de todo o planeta, o potássio é um mineral essencial para o bom funcionamento das células, dos músculos e dos nervos, pois participa na formação do tecido muscular e no metabolismo de energia do organismo.

Apesar da importância do produto, que pode mudar o rumo da economia do Brasil, atualmente, o país é refém do potássio russo e canadense, países de onde o potássio precisa ser importado para movimentar o agronegócio, situação que pode mudar radicalmente a partir do potássio do brasileiro.

A entrevista de Adriano Espeschit a Ronaldo Tiradentes, na íntegra, você acompanha nas nossas redes sociais, no Facebook e Youtube, e aqui. Confira:

 

 

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