A cheia dos rios Madeira e Purus também já prejudica a estrutura física das escolas da Secretaria de Estado da Educação do Amazonas (Seduc) e o ano letivo, no Interior do Estado.
De acordo com o secretário Rossiely Soares, em Humaitá, por exemplo, as aulas já estão suspensas, não por causa da enchente, mas porque os alunos estão isolados. Cerca de 16 mil estudantes foram prejudicados. Algumas escolas tiveram de ser transformadas em abrigos temporários, porque muita gente teve de sair de suas casas.
Em Apuí, algumas áreas já estão isoladas, principalmente na zona rural, e, em Boca do Acre, a expectativa é de que a cheia atinja várias escolas em abril, obrigando a Seduc a suspender as atividades.
Ainda segundo o secretário Rossiely, nas zona rurais, o problema também chegou aos prédios dos Centros de Mídia. “Nos Centros de Mídias, temos aproximadamente 45 salas de aula atingidas, o que representa cerca de 750 a 800 alunos sem aulas.”
De acordo com o secretário, a solução para o problema, que ocorre todos os anos, é construir novos prédios em áreas mais altas.
