A denúncia das transferências foi feita por um grupo de investigadores e escrivães. De acordo com o presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil do Amazonas, Odirlei Araújo, e o presidente da Associação dos Investigadores da Polícia Civil do Amazonas, Claudio Resende do Prado, os representantes das duas associações teriam recebido notificações para trabalhar no Interior do Estado.
Para o Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Amazonas, Moacir Maia, é a capital que necessita de maior número de policiais. Para o Interior, o sindicato defende a realização de novo concurso público.
O diretor do Departamento de Policiamento Metropolitano, Delegado Emerson Negreiros, rebateu a denúncia e garantiu que as transferências não passam de boatos.
“Não procede! Não tivemos nenhuma movimentação de policiais da capital para o Interior. As mudanças na Polícia Civil são naturais, tudo como forma de dar maior dinamismo, mas em relação a isso, embora o governo do Estado esteja instalando o Programa Ronda no Bairro em alguns municípios, não há nenhuma movimentação de servidores para o Interior”, garantiu.
