O volume do setor de serviços cresceu 0,7% em relação a junho, segundo informou nesta sexta-feira (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já em relação a julho de 2015, o setor registrou recuo de 4,5%, o maior, para esse mês, desde 2012, início da série histórica.
No ano, o setor acumula perdas de 4,8% e, em 12 meses, de 4,9%.
Na comparação com o mês anterior, cresceram os serviços prestados às famílias (3,2%); outros serviços (1,9%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,3%). Por outro lado, as atividades turísticas recuaram 0,3% e os serviços de informação e comunicação não variaram.
Na análise por regiões, as maiores altas partiram de Mato Grosso (3,8%), Pernambuco (2,1%) e São Paulo (1,9%). Na contramão, as quedas foram vistas em Alagoas (-4,7%), no Acre (-3,7%) e na Bahia (-3,6%).
Já na comparação anual, apenas o setor de serviços de Roraima cresceu: 4,1%. As variações negativas mais intensas foram em Rondônia (-14,0%), Amazonas (-12,5%) e Amapá (-12,1%).
Apesar do efeito positivo da Olimpíada sobre a taxa do volume de serviços de todo o país, o estado do Rio de Janeiro fechou o mês de julho com resultado negativo de 1,2% e queda de 6,4%, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.
De um mês para o outro, a receita nominal de setor de serviços em todo o país cresceu 1,2% e de julho de 2015 para 2016, subiu 0,3%. No ano, o indicador acumula alta de 0,2% e, em 12 meses, de 0,1%.
