
Irritado com os constantes aumentos dos preços dos combustíveis, o manauense já prepara nova manifestação nas ruas da capital. O empreendedor Mateus Lobo, um dos organizadores do evento, confirmou que o movimento continua e que outro protesto está programado para o fim do mês, dessa vez, na Avenida das Torres, zona Centro-Sul da capital.
“O local ainda ver confirmado, mas eu acho que vai ser na Avenida das Torres. Vai ser mais organizado. A Polícia Militar e o Manaustrans (Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito) vão estar conosco. A gente vai encontrar em contato também com o Corpo de Bombeiros, que vai estar com a gente. Enfim, vai ser um negócio mais organizado; vai ter tio elétrico e vai ter mais visibilidade.”
Nesta quarta-feira (23/5), vários motoristas de aplicativos de transporte se concentraram em frente à Assembléia Legislativa do Estado (Aleam) onde fizeram manifestação contra os reajustes. A manifestação não causou nenhuma complicação ao trânsito.
Os aumentos da gasolina foram assuntos dos mais discutidos no parlamento. Os deputados da situação e e oposição defendem a redução dos preços do combustível nas refinaria paras chegar mais barato ao consumidor final.
Para o líder do governo, Dermilson Chagas (Pen), a política dos preços do combustível começou errada ainda no governo do PT. “Nós queremos que essa alíquota tributária seja reduzida. Nós tivemos uma desoneração muito grande no passado, com a ex-presidente Dilma (Rousseff), que acabou cometendo vários erros , com as pedaladas!”
O líder da oposição, Sabá Reis (PR). “Eu espero que o governo federal possa tomar uma atitude de desonerar o valor que está sendo cobrado e no caso do Governo do Amazonas, dependendo daquilo que possa ser tratado, inclusive aqui, com “o dono dos porcos”, que é o povo, aqui na Aleam, o que é possível fazer.”
Após uma sequência de reajustes praticamente diários, a Petrobrás decidiu pela redução do preço da gasolina em 2,08% e os do Diesel em 1,54%. O Governo Federal estuda nova política tributária para evitar novos aumentos do barril do petróleo influenciados pelo mercado internacional.
