A ação de combate aos pichadores de monumentos e prédios públicos começou no último final de semana. A Praça da Saudade foi o primeiro logradouro que recebeu o trabalho de limpeza dos seus monumentos, mas, a ação vai ser estendida a outros espaços públicos da capital, onde os pichadores já deixaram sua marca.
Ao visitar a Praça da Saudade pela primeira vez, a estudante Cintia Cardoso criticou a ação dos pichadores e destacou o valor da preservação dos locais públicos da cidade.
Em entrevista à Rede Tiradentes, o secretário municipal do Centro, Rafael Assayag, ressaltou a parceria com a iniciativa privada, na realização da campanha.
A Praça da Saudade ocupa uma área de 12, 6 mil metros quadrados, entre as ruas Epaminondas, Ramos Ferreira, Ferreira Pena e Simon Bolívar.
A praça foi inaugurada em 1865 e era conhecida como Largo da Saudade, uma referencia ao cemitério São José, onde hoje se encontra a sede do Atlético Rio Negro Clube.
A ação dos pichadores atingiu o principal monumento da praça. A estátua de João Baptista de Figueiredo Tenreiro Aranha, que solicitou a criação da província do Amazonas, tornando-se, em seguida, o seu primeiro presidente.
Revitalizada em 2010, a Praça da Saudade tem sido alvo constante da ação dos pichadores.
