Carteiras e lousa. O ambiente é escolar, mas a atividade é outra bem diferente.
A escola Marcantônio Vilaça, da Polícia Militar, funciona na Cidade Nova zona Norte de Manaus. Nos dias de semana, uma escola como qualquer outra. Mas, no último fim de semana, saíram os estudantes e entrou a população. Uma espécie de hospital de campanha – como são batizadas as unidades de saúde em zona de guerra. Cerca de 2 mil pacientes que vieram em busca de atendimento dermatológico.
E esse não é o único detalhe. Após o atendimento com os médicos, eles já recebem o medicamento e dão início ao tratamento. É o caso da dona de casa Joana Oliveira, que trouxe os 3 filhos. Ela estava preocupada com as manchas que apareceram nas crianças. Após a consulta, foi tranquilizada.
Cleives Vieira é autônomo e trabalha exposto ao sol. Após o atendimento com o médico, ele já recebeu o remédio para aplicar sobre a pele.
De acordo com o diretor presidente da Fundação Alfredo da Mata (FUAM), Elder Cavalcante, esta foi a segunda ação do ano voltada à doenças dermatológicas.
Segundo ele, outras duas devem ocorrer até o fim deste ano.

