
O casal acusado de estuprar um bebê de 7 meses, em um motel do bairro do Coroado, em Manaus, na quinta-feira (31/8) da semana passada, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do Amazonas.
A decisão, tomada na última sexta-feira (1º/9), pelo juiz Luiz Alberto Nascimento Albuquerque, teve parecer favorável do Promotor de Justiça Davi Santana da Câmara.
Agora, o caso será encaminhado à Vara Especializada em Crimes contra a Dignidade de Crianças e Adolescentes. A criança está sob proteção da Justiça.
O médico peruano, de 45 anos, que seria o pai da criança, se relacionava há 10 anos com a mãe dela, de 24 anos. O casal foi denunciado por funcionários do motel, que ouviram o choro do bebê vindo da suíte e acionaram a polícia. Após um exame no Instituto Médico Legal (IML), os peritos constataram que o bebê tinha sido abusado. Na Delegacia Especializada em Proteção à Criança do e ao Adolescente (DEPCA), o casal confessou o crime.
A mãe afirmou que tinha sido trazida para Manaus aos 15 anos, para trabalhar na casa do médico, acabou se apaixonando por ele e engravidou, por isso, não o denunciou. disse, ainda, que, após o nascimento da criança, observou que o pai não demonstrava amor por ela, e que o médico só pretendia registrar a crianças após um exame de DNA.
