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Autoridades da Saúde investigam ligação do primeiro caso de microcefalia de Manaus com o Zica vírus

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– imagem apenas ilustrativa – O período de chuva no Amazonas é sempre mais preocupante para os órgãos da saúde. A época é a mais propícia para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e do zica vírus.

Para eliminar o mosquito, só mesmo descartando os criadouros, por meio do combate aos prováveis focos. Para isso, é importante não deixar que a água não se acumule em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Pela primeira vez,  investiga-se se um caso de microcefalia pode estar relacionado com o zica vírus, no Estado do Amazonas. Desde o início das investigações, o Ministério da Saúde (MS) notificou 3.174 casos suspeitos da doença em recém-nascidos, em todo o país.

Em Manaus, a Fundação de Vigilância em Saúde informou que o caso de microcefalia no Amazonas foi constatado em uma criança nascida em dezembro, no Instituto da Mulher Dona Lindu, zona Centro Sul de Manaus, com perímetro cefálico de 31 centímetros.

De acordo com o diretor presidente da FVS, Bernardino Albuquerque, o caso está sob investigação. “Nós temos não só a questão da investigação epidemiológica, que estamos fazendo. Ela não histórico de ter se ausentado de Manaus, no período de gestação. Temos que fazer os exames laboratoriais, não só para a zica, mas para as outras doenças, para a gente possa, também, por exclusão, dizer, ‘olha, isso aqui não é um etiologia comum. É ma etiologia nova – zica vírus – e confirmar isso com exame laboratorial.”

Bernardino Albuquerque reforça a atenção que a população deve ter para eliminar os focos de acúmulo de água. “Esse período de chuva é extremamente preocupante, porque, como nós sabemos, é um vetor urbano – procria dentro da nossa casa, no nosso quintal, no nosso ambiente de trabalho -, então nós temos que ‘tirar’ pelo menos 10 minutos por semana pra fazer a inspeção na nossa casa, no nosso trabalho.”, alerta.

 

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