10/09/13 – A partir deste mês, as secretarias municipais têm metas para reduzir o consumo de energia elétrica, combustível, água e telefonia, fixa, móvel e transmissão de dados.
A determinação é do Prefeito Arthur Virgílio Neto e, segundo ele, o plano é economizar R$ 6 milhões em 12 meses. A meta faz parte do Programa de Gestão Todos Juntos por Manaus, para chegar ao déficit zero e gerar recursos que gerem novos investimentos.
O planejamento estabelece as secretarias um limite de gastos mensal para pagar as contas referentes ao consumo em cada item. Caso o consumo seja superior, as próprias secretárias vão ter que tirar recursos dos seus orçamentos para pagar as contas.
Um estudo técnico realizado pela Semef definiu o limite de gastos e considerou o histórico de consumo de cada uma das pastas que compõem o executivo municipal.
De acordo com o assessor técnico da Semef, Thiago Tupinambá, no geral, como água e telefonia a Prefeitura vai economizar 10%, com combustíveis 15%, reprografia 15% e energia elétrica 10%.
Segundo a assessoria técnica da Semef, em relação aos combustíveis, a Seminf – Secretaria Municipal de Infraestrutura vai ter que economizar 60% porque todo orçamento cortado foi disponibilizado para as obras de verão e o consumo vai ser custeado do valor que já foi disponibilizado para a pasta.
O prefeito Arthur Neto disse que é preciso que os servidores criem uma nova mentalidade de combate ao desperdício.
Os secretários e responsáveis pelos órgãos da administração indireta estão recebendo ofícios enviados pela Secretaria Municipal de Administração (Semad) informando os limites de gastos.
É da Semad o papel de autorizar os pagamentos das contas das secretarias. A pasta centraliza os contratos da administração direta.
A meta faz parte do plano de economia do executivo municipal para poupar recursos de custeio da máquina pública para serem investidos em obras na cidade. O plano inclui ainda, contingenciamento nos orçamentos das secretarias.
A Prefeitura também instituiu uma comissão formada pelas secretarias municipais de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (Semef), Governo (Semgov) e Administração (Semad), que avaliam e autorizam, ou não, os gastos acima de R$ 30 mil de todas as secretarias.
O plano espera gerar uma economia de R$ 534 milhões.
