As negociações ocorrem desde novembro desde ano. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários do Amazonas (Sintraqua) reivindicava, inicialmente 10%, mas, no decorrer das negociações, a demanda reduziu para 7%. Porém, segundo o 1o capitão Souza, o setor patronal sinalizou com apenas 6,5%. A categoria não aceita e promete paralisar as atividades, caso o Sindarma não concorde com os 7%.
Os aquaviários atuam nas embarcações de passageiros, cargas em geral e de petróleo, e prestam serviço para 54 empresas de navegação. Atualmente, somam 10 mil o número desses trabalhadores, no Estado. De acordo com o presidente do Sintraqua, uma paralisação da categoria afetaria 80% dos transporte local, já que grande parte da logística é feita por via fluvial.
O presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Claudomiro Carvalho Filho, disse que a entidade patronal está aberta a negociações.
Os aquaviários também prometem fazer mobilização nos portos de Manaus, para chamar a atenção da sociedade.
