
Com margem de crédito consignado aprovado por grandes bancos, os servidores eram procurados pela Lótus para fazer empréstimos. Após ser liberado, o dinheiro era repassado à empresa, que pagava comissão de até 12% aos servidores. A inda segundo o portal, o contrato entre eles e a financeira era de 12 meses, ao longo dos quais ela pagava as parcelas dos juros todos os meses. Ao final, o valor emprestado era devolvido integralmente.
Mas, a Lotus começou a atrasar as parcelas e simplesmente sumiu, inclusive sem pagar os Bancos, que foram para cima dos servidores inadimplentes.
Após terem a certeza de que foram vítimas de estelionatários e registrarem boletins de ocorrência na polícia, os servidores formaram grupos de WhatsApp para tentarem acionar os golpistas na justiça.
Entre as maiores vítimas, estão servidores da Suframa e Universidade Federal do Amazonas.

A empresa dos estelionatários está registrada nos nomes de Jorge Luiz Guimarães de Araújo Dias e Farley Felipe de Araújo da Silva.
Farley aparece em um vídeo em um local que pode ser um clube noturno, mostrando grandes volumes de dinheiro.
Veja:
Outros detalhes podem ser encontrados no Portal do Hiel.
